Premiação visa a estimular o trabalho dos profissionais do Jornalismo na denúncia de violações e na vigilância ao respeito aos Direitos Humanos
17/12/2009
 
A OAB/RS, juntamente com o Movimento de Justiça e Direitos Humanos, entregou, na noite desta quinta-feira (10), o XXVI Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo.

A OAB/RS, juntamente com o Movimento de Justiça e Direitos Humanos, entregou, na noite desta quinta-feira (10), o XXVI Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo. A premiação visa a estimular o trabalho dos profissionais do Jornalismo na denúncia de violações e na vigilância ao respeito aos Direitos Humanos.



 Na cerimônia, realizada na sede da entidade, foram premiados trabalhos jornalísticos nas categorias Reportagem, Fotografia, Imagem de Televisão, Charge, Rádio, Televisão, Jornalismo Online, Crônica e Acadêmicos. Nesta edição, foi criada a Categoria Especial, destinada ao melhor trabalho inscrito em qualquer das categorias sobre os 30 anos da Anistia e os 25 anos das Diretas Já!.

 
Neste ano, o prêmio teve o slogan “30 anos da Anistia, 25 anos das Diretas Já! e a construção da Democracia”, que faz referência à comemoração do 61º aniversário da proclamação da Declaração Universal dos Direitos Humanos, celebrada nesta quinta-feira (10).

 

Segundo o coordenador-geral da Comissão de Direitos Humanos Sobral Pinto da OAB/RS, Ricardo Breier, a formação e a informação são o ponto inicial para que a sociedade tome conhecimento dos seus direitos. “AOAB/RS tem sido implacável ao longo da história na defesa dos cidadãos, e este prêmio é o reconhecimento àqueles que muito contribuem nesse processo”, afirmou.

 

A premiação foi coordenada pelo conselheiro do Movimento de Justiça e Direitos Humanos e representante da Secretaria Regional Latinoamericana da UITA, Jair Krischke. Segundo ele, a imprensa desempenha importante função no resgate dos fatos históricos que marcaram o Brasil. “O direito à memória tem de ser respeitado e incentivado, tendo o Jornalismo como braço direito, para que não sejam esquecidos nem repetidos momentos tristes de nosso país”, destacou.

 

O presidente do Movimento de Justiça e Direitos Humanos, Dani Rudnick, ressaltou a importância da participação de estudantes em prêmios como este. “Criamos esta categoria para que os acadêmicos de Jornalismo pudessem também mostrar seus trabalhos, que são de excelente qualidade e agregam à premiação”, salientou.

 

O ex-cônsul da Argentina no Rio Grande do SulJorge Biglione recebeu homenagem pelos relevantes trabalhos prestados em favor dos Direitos Humanos no caso da expatriação de um general da ditadura argentina que mora em território brasileiro.

 

Compuseram também a mesa o cônsul-geral daArgentina no Rio Grande do Sul, Julio Alleta; o cônsul honorário do Equador, Fernando Quintana; o vice-presidente da Associação dos Repórteres Fotográficos e Cinematográficos do Brasil, Paulo Roberto Castro Dias; o presidente da Associação dos Repórteres Fotográficos e Cinematográficos do Rio Grande do Sul, Itamar Aguiar; e o membro da Comissão de Direitos Humanos Sobral Pinto daOAB/RS, Roque Reckzieguel.

 

O prêmio tem o apoio da Associação dos Repórteres Fotográficos e Cinematográficos (Arfoc/RS e Brasil) e da Secretaria Regional Latinoamericana de la Unión Internacional de Trabajadores de la Alimentación y la Agricultura (Rel-UITA), de Montevidéu, Uruguai.

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